quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Iluminação eficiente economiza gastos com eletricidade!

Atenção aos números! Você sabia que, em uma fábrica, os custos com iluminação equivalem em média a 20% do gasto total com energia elétrica? E que com novas lâmpadas LED é possível reduzir em até 16% o total da conta de eletricidade em uma indústria?
Normalmente são os equipamentos industriais que acabam levando a maior culpa na conta de luz, mas quando o assunto é economia de energia, é bom pensar em tudo. Afinal, é muito melhor reduzir gastos com uma iluminação mais eficiente e econômica que ter de cortar custos na produção, não é mesmo?
Com o baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas em várias regiões do Brasil e o aumento de até 53% na conta de luz da indústria, de acordo com dados da Compass, comercializadora de energia elétrica, a tendência é que o setor industrial invista, cada vez mais, em soluções que contribuam para uma maior economia de energia.
Mas, conseguir isso em uma instalação industrial não é tão simples assim. Não basta apenas apagar as luzes, pois a produção não pode parar. Ainda, é preciso pensar em soluções que supram as necessidades das áreas externas, como estacionamentos e avenidas, e internas, como a linha de produção.
Com o uso da tecnologia LED GE Lighting, por exemplo, é possível ter economia de até 80%, em comparação a lâmpadas fluorescentes compactas. Isso porque o LED, além de garantir o mesmo nível de luminosidade, consome menos energia, tem longa durabilidade e baixa necessidade de manutenção, reduzindo os custos também nesse quesito.



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A inovação não para por aí. É possível também fazer com que a iluminação seja mais inteligente. Combinados à tecnologia LED, sensores de movimento – que ativam o funcionamento das lâmpadas somente quando há circulação no local - e luminárias com fluxo luminoso ajustável, que podem diminuir a intensidade da luz de acordo com a disponibilidade de luz natural, por exemplo, também garantem uma economia de energia adicional!



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Como escolher uma lâmpada LED

Consumidor deve optar pelo produto que produz maior quantidade de luz, não que possui maior potência em Watts
Depois que as lâmpadas incandescentes reinaram absolutas por quase 150 anos no mercado mundial, o consumidor acostumou-se a escolher uma lâmpada pela potência (Watt), apesar de a tecnologia ter dado um salto incrível nos últimos anos, com o surgimento das fluorescentes compactas e, mais recentemente, com o advento do LED.
Mas porque ainda fazemos isso? A resposta a esta pergunta é simples, na opinião do engenheiro elétrico Rubens Rosado, assessor técnico da ABILUMI (Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação): “pura comodidade, pois mudanças culturais exigem esforço”.
Segundo ele, há outros critérios importantes a serem considerados que os próprios fabricantes ainda resistem em ressaltar nas embalagens, temendo que o consumidor se confunda na hora da aquisição.
“Na maioria das lâmpadas, encontramos em destaque a potência da lâmpada, em Watt. Sem dúvida é um dado importante, pois é daí que saberemos o quanto de energia será consumida. Mas, tão importante quanto a energia consumida é a ‘quantidade de luz produzida por uma determinada lâmpada’ ou como também é conhecido o ‘fluxo luminoso’, sempre representado em lúmen ou lm, que, pelos regulamentos aprovados pelo Inmetro, são obrigatoriamente expostos nas embalagens.”
Como o processo de certificação das lâmpadas LED ainda está em curso no Brasil, para os especialistas  esses aspectos, ignorados pela maioria dos consumidores, são os que muitas vezes justificam o fato de uma determinada lâmpada ter um valor mais alto do que a sua vizinha nas prateleiras das lojas. “Um critério que deve ser sempre considerado é o rendimento, ou tecnicamente falando, a eficiência da lâmpada, medida em lúmens / Watt”, explica.
“Podemos ter modelos de lâmpadas LED de 10 W, por exemplo, porém com fluxos luminosos diferentes. Assim, estas lâmpadas terão eficiências lúmen / Watt também distintos. Por isso é importante que o consumidor saiba que esta diferença na quantidade de luz pode justificar uma lâmpada custar um pouco mais do que outra”, exemplifica o engenheiro.
Para o especialista, é essencial disseminar o conceito de fluxo luminoso entre os consumidores. “Sem que haja essa mudança cultural, todo o desenvolvimento tecnológico aplicado nas lâmpadas LED não fará sentido para o consumidor, que vai continuar comprando lâmpadas baseando-se na potência consumida, achando simplesmente que as de maior potência iluminam mais do que as de menor potência.”
Mesmo com o processo de certificação de lâmpadas LED ainda em andamento, as empresas associadas à Abilumi que oferecem o produto trazem o selo da entidade, garantindo aos consumidores uma lâmpada LED de qualidade, que dura e ilumina exatamente como informado nas embalagens.




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Como gastar menos com energia? Saiba tudo sobre a lâmpada de LED

Incandescentes de 60 watts iluminam menos e estão com dias contados. Fotos: Ciciro Back.
Desde 2010, as lâmpadas incandescentes estão deixando as prateleiras dos mercados. Aos poucos, os bulbos de 200, 150 e 100 watts foram banidos. No início de julho, chegou a vez dos de 60 watts. A medida, para adequar o consumo no país ao programa de eficiência energética, deixa ao consumidor as opções de lâmpadas fluorescentes e as LED (do inglês Light Emitting Diodo).
O baixo rendimento das lâmpadas incandescentes, que precisam de mais energia elétrica para emitir a mesma quantidade de luz das outras, fez com que deixasse os lares.
Luz
Enquanto uma lâmpada incandescente consome 60 watts para produzir cerca de 600 lúmens, a fluorescente consegue o mesmo resultado gastando apenas 15 watts. Para as lâmpadas que usam a tecnologia LED, esse número cai para até 7 watts para produzir a mesma iluminação. Atualmente, apenas o estoque das velhas lâmpadas está sendo vendido.
Hábito
“O consumidor se acostumou a procurar lâmpadas potentes buscando a maior quantidade de watts, mas isso mudou. Agora ele precisa pensar quantos watts ele precisa para produzir a mesma quantidade de luz, informado pelo valor dos lúmens”, explica o diretor técnico da Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (Abilumi), Alfredo Bomilcar.

Ainda falta certificação

Apesar das lâmpadas fluorescentes contarem com o selo do Inmetro, as novas lâmpadas LED ainda aguardam pela certificação. “Fabricantes estão recebendo as informações técnicas sobre qual a maneira padronizada com que essas lâmpadas deverão ser produzidas. Até 17 de dezembro, já devemos ter produtos certificados, mas até lá o consumidor pode procurar produtos atestados pela Abilumi”, afirma Alfredo Bomilcar, diretor técnico da Abilumi.
Procel
Quem busca as lâmpadas deve procurar a certificação do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel). “A preocupação com o consumo racional de energia já mobilizou o governo a criar esta garantia que é dada ao consumidor final. Ao comprar qualquer equipamento eletrônico, o cidadão deve se orientar pela escala de notas dada àquele produto”, orienta o engenheiro da Eletrobrás, Rafael David.

Indústrias já trocaram

Grandes consumidores de energia já optaram pela eficácia das novas lâmpadas. “Hoje, são muitas repartições públicas, comércios, indústria e grandes condomínios residenciais que já passaram a usar lâmpadas LED. Com as termoelétricas ligadas, e a bandeira vermelha acionada, quem precisa reduzir custos orçamentários deve investido na substituição.
“A redução normalmente varia entre 60% e 80%, mas em alguns casos chega até a 90%”, conta o empresário Anibal Reichenbach, que atua no setor de iluminação, com a empresa LedArt desde 2004.
Lâmpadas fluorescentes resistem por conta do custo.

Fluorescentes têm sobrevida

Especialistas acreditam que o futuro das lâmpadas fluorescentes será o mesmo das incandescentes. Quando fazemos o cálculo, considerando o valor do equipamento, o gasto mensal e a durabilidade, vemos que mesmo custando mais, a princípio, por durarem mais, as lâmpadas LED conseguem devolver o investimento inicial ao longo do tempo.
O custo-benefício está na redução da conta de luz e na durabilidade das lâmpadas fluorescentes ou em tecnologia LED. A nova tecnologia economiza quase 90% e dura 25 mil horas. Já a fluorescente chega ao máximo a 8 mil horas de vida.
Para o engenheiro da Eletrobrás, Rafael Meireles David, a tendência é que as lâmpadas LED dominem o mercado.
“O investimento ainda é muito caro para famílias de baixa renda, pois a lâmpada LED tem custo alto. Por isso, o equipamento fluorescente permanecerá por bom tempo no mercado”, avalia Rafael.
Nacional
Ele ressalta que lâmpadas LED já contam com fábricas em território nacional, enquanto as fluorescentes são quase todas importadas.
“A tendência é que com a eventual redução do custo das lâmpadas LED, as fluorescentes deixem de ser uma opção atrativa”, comenta.
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Como iluminar uma Fachada

Iluminação de Fachada

Enquanto a iluminação de interiores tem por objetivo principal atender as necessidades dos usuários de cada ambiente e suas atividades, a iluminação de fachadas está muito mais voltada para o aspecto artístico. Mais do que nunca, esse tipo de projeto exige do especialista uma alta dose de criatividade e capacidade de perceber o subjetivo e , através da luz, encantar, atrair e surpreender o ser humano.

Uma grande obra de engenharia ou arquitetura contemporânea ou uma construção histórica, seja para fins comerciais ou turísticos, deve ser um convite para entrar, comprar, usufruir, informar ou apenas contemplar. Só não pode passar despercebida.



Erco Light

A iluminação de fachada precisa ter um significado e ele deve acertar em cheio o olhar do observador de forma a ser facilmente compreendido ou ainda, aguçar a curiosidade, instigar a mente.

É preciso valorizar a edificação e seus detalhes construtivos jogando com luz e sombra, utilizando as fontes de luz corretas com posicionamento adequado, evitando dessa forma o efeito contrário, uma padronização e efeito “chapado” da fachada, sem tridimensionalidade, descaracterizando-a e escondendo texturas e cores.

Mais uma vez, um dos grandes vilões dos bons projetos de iluminação é o excesso de luz. Além dos problemas já citados acima, essa utilização muitas vezes exagerada na quantidade ou na potência das fontes pode causar um grande desconforto ao entorno, aos observadores ou outras edificações, como por exemplo, o ofuscamento. Deve existir uma harmonia entre a obra que se pretende iluminar e o que a cerca.

Erco Light

A combinação arquitetura, iluminação e arte deve ser equilibrada e dialogar entre si, sem que cada uma tente se sobrepor à outra.

"La arquitectura contemporánea sustituye la idea de fachada por la de piel: capa exterior mediadora entre el edificio y su entorno. No un alzado neutro sino una membrana activa, informada; comunicada y comunicativa. Más que muros agujereados, pieles técnicas interactivas. Pieles colonizadas por elementos funcionales capaces de alojar instalaciones y servicios; capaces de captar y transmitir energías; pero también capaces de soportar otras capas incorporadas: solapadas más que adheridas."
GAUSA, Manuel,Diccionario metápolis de arquitectura avanzada copyright © 2001 España



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domingo, 22 de janeiro de 2017

AsBAI – Associação Brasileira de Arquitetos de Iluminação



Rafael Leão
Que é AsBAI?
 
A AsBAI – Associação Brasileira de Arquitetos de Iluminação – reúne arquitetos que se dedicam a projetar a iluminação de edifícios, da paisagem e do espaço urbano. Procura divulgar e destacar a importância dos projetos de iluminação no âmbito da arquitetura, além de divulgar sua contribuição para o conforto e o embelezamento do ambiente urbano.
Tem como principal objetivo a qualificação do profissional atuante na área, além de caracterizar, divulgar e consolidar o escopo da atividade, relacionada exclusivamente à arte / ciência da iluminação.
Promove, ainda, a colaboração dos seus membros e associados com a indústria brasileira de luminárias, lâmpadas e reatores, para aprimorar o produto nacional – técnica, estética e economicamente – como garantia de sua competitividade nos mercados interno e externo. Busca, acima de tudo, a integração entre os profissionais da área, fomentando a troca de informações e o progresso geral da prática profissional.
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A fim de alcançar a qualificação profissional e a divulgação da profissão mencionadas nos seus Estatutos a AsBAI desenvolve e promove alguns programas no âmbito da prática profissional que permitem melhor entendimento – por associados, e pelo mercado contratante – acerca do escopo dos projetos, da sua inter-relação com a estrutura geral do projeto de arquitetura, dos benefícios da contratação desses projetos e da correta formatação dos projetos, visando a alta qualidade dos seus resultados Alguns desses programas, já concluídos ou em fase de conclusão:

Admissão de Membros: programa que define a inclusão de novos Membros no corpo de associados da AsBAI. As condições de apresentação dos documentos relativos ao processo de Admissão são definidas pela Diretoria Executiva e estabelecidas no lançamento de cada evento

Manual de Escopo – SECOVI: ferramenta de consulta para contratantes de projetos de arquitetura. Esse Manual evidencia a conexão entre o projeto de iluminação e os demais projetos envolvidos na construção de edifícios O Manual de Escopo de Projetos de Iluminação será lançado durante o ano de 2011, quando o SECOVI fará a divulgação de todos os Manuais já existentes após uma grande atualização do seu conteúdo

Manual de Orientação Profissional: ferramenta de interesse para os associados e contratantes de projetos de iluminação que descreve, entre outras coisas, a complexidade dos projetos de iluminação frente à diversidade da tipologia dos edifícios. Descreve, também, o Código de Ética da associação, o seu Regulamento Interno – em complemento aos Estatutos – as formas de contratação dos projetos de iluminação, as referencias de honorários, os compromissos com os resultados propostos, etc. Esse Manual já foi desenvolvido e apresentado aos Associados, e sua atualização está em vias de conclusão
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Padrão de Projetos AsBAI: programa que descreve o padrão técnico mínimo para desenvolvimento dos diferentes tipos de projetos de iluminação, sua forma de apresentação, os elementos técnicos que devem constar desses projetos, a especificação de equipamentos visando a sua correta compra e instalação, o acompanhamento para a correta execução das isntalações, etc. Esse é o próximo programa a ser desenvolvido pela Diretoria Executiva com previsão de conclusão até o final da atual gestão

Concurso de Projetos para Aspirantes e Membros: programa que deverá ser desenvolvido após a conclusão do Padrão de Projetos AsBAI e visa estimular a qualificação do corpo de associados da AsBAI, assim como da iluminação em geral, no país

Cursos de Formação Profissional: periodicamente a AsBAI oferece cursos visando a preparação de nossos associados.

Painel de Oportunidades: é o programa que oferece vagas para estudantes, aspirantes, assinantes ou membros visando o seu aprimoramento profissional. As oportunidades são oferecidas por patrocinadores da AsBAI, Membros e outras empresas ligados ao setor da iluminação

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Saiba mais escreva para  : terryterrell@hotmail.com

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

ideias para Iluminação certa para a cozinha

Iluminação certa para a cozinha

A iluminação tem um papel importante na criação do ambiente de qualquer lugar. Como é o caso de uma cozinha, mesmo aqui é muito importante a escolha do tipo de iluminação. Pare e pense que tipo de luz a faz sentir mais ativa e dinâmica, para a maioria das pessoas a luz clara e brilhante é ativadora da mente.

A iluminação da cozinha, não só afeta o seu humor, como também a sua qualidade de trabalho, ao projetar uma cozinha as pessoas tendem a ignorar este aspecto. Aproveite ao máximo a luz natural. Vamos falar-lhe sobre como deve escolher a iluminação da cozinha.


Iluminação de cozinha moderna

O que deve ter em mente no planejamento da iluminação da cozinha

Existem dois tipos de iluminação na cozinha moderna, a iluminação funcional e a iluminação decorativa. Para a iluminação funcional as lâmpadas mais populares são as fluorescentes e iluminação de baixa tensão.

Para a iluminação decorativa optasse por iluminação com vidro decorativo, estanho e níquel. O fator mais importante na iluminação da cozinha é que deve haver um equilíbrio entre a natureza funcional e as luzes decorativas. Se a cozinha tem um ambiente agradável é porque possui uma iluminação adequada ao ambiente.

Como escolher a iluminação da cozinha certa

Deve ser claro sobre a seleção e colocação das luzes na cozinha, o foco deve estar na criação de uma iluminação que conduza a um ambiente acolhedor na mesma.


Se não tiver noção do processo de iluminação, é melhor procurar aconselhamento profissional. Um especialista em iluminação irá informá-lo sobre os dispositivos elétricos de iluminação corretos, de acordo com a sua cozinha.

Pode personalizar a iluminação da cozinha, usando dois ou três tipos de iluminação em conjunto, isto irá ajudá-lo a conseguir um efeito dramatizado. É bom escolher sistemas de iluminação com dimmers de modo que a intensidade da luz possa variar de acordo com a necessidade.

Não esqueça da iluminação fluorescente no armário e por baixo das prateleiras e se tiver uma ilha de cozinha moderna coloque luz pendente sobre ela.

Escolha a iluminação da cozinha com prudência, pois dela depende a qualidade do seu trabalho como cozinheiro, o tipo de ambiente criado e também o seu humor.

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fonte:decoracaointeriores.org



A importância da iluminação na arquitetura

A importância da iluminação na arquitetura

A iluminação é um dos elementos mais importantes na arquitetura. É como se a arquitetura estivesse viva – com ‘alma’. Falo não só da iluminação artificial, mas, principalmente, da natural.


A iluminação deve fazer parte do momento criativo do projeto; projetar espaços pensando no efeito da luz que irá transforma-lo. Sem esquecer que no decorrer do dia esta luz se modifica, e o espaço produz um diferente efeito visual.

A iluminação artificial é distinta para diferentes espaços, sejam comerciais, residenciais ou corporativos. É importante o layout luminotécnico, com a precisa especificação de lâmpadas e luminárias mais apropriadas para o uso em estudo. Lâmpadas possuem diferentes temperaturas de cor, proporcionando conforto visual para o usuário, gerando efeitos maravilhosos para os espaços internos ou externos.

Numa área de escritórios é possível, hoje, automatizar a iluminação, para que numa mesma luminária as lâmpadas mudem sua temperatura de cor, a fim de proporcionar uma luz mais semelhante à natural, que lembre o amanhecer, o entardecer ou mesmo o anoitecer. Isso vai aumentar a produtividade do colaborador.



Hoje, o uso da iluminação dimerizável é fundamental para diminuir o consumo de energia e proporcionar cenas com a iluminação. Por exemplo, em um quarto de dormir, é importante e muito confortável.

A iluminação em áreas externas e em fachadas ou monumentos arquitetônicos ou artísticos é importante, pois faz com que o referencial urbano também seja visto e notado à noite, ao assumir um valor de maior impacto.

A luz é a linguagem da arquitetura com o ser humano, pois mexe com seus sentimentos e com o humor. Pode deixá-lo triste ou feliz, agitado ou tranquilo.

É bastante comum, hoje, vermos a cor na luz, principalmente em área de relaxamento, como salas de banho. Gosto de pontuar uma luz relaxante, com filtro azul e âmbar como cenário no circuito de iluminação de um banheiro. É surpreendente e realmente relaxa.





Fonte:www.amaiscearquitetura.com.br