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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Equipamentos que menos consomem energia

Quercus divulga equipamentos que menos consomem energia
A associação ambientalista Quercus divulgou hoje uma lista de uma dezena de equipamentos que considera mais eficientes em termos de consumo energético, destacando a grande evolução das lâmpadas LED, que hoje podem substituir praticamente todas as outras.
As lâmpadas LED (díodo emissor de luz) destacam-se pelo baixo consumo em relação às incandescentes e começaram a ser comercializadas há pouco mais de cinco anos. A Quercus apresenta uma lista de 11 marcas e escolhe algumas que considera serem as que menos custos representam para o consumidor.
Através do projecto "topten.pt" (www.topten.pt) a associação ambientalista pretende informar os consumidores sobre os equipamentos com melhor desempenho energético e da lista fazem parte sugestões de outras marcas que vão de monitores a máquinas de lavar roupa e loiça, frigoríficos e arcas congeladoras, televisões, impressoras, máquinas de café e até automóveis.
"Em véspera de Natal, altura que muitos portugueses aproveitam para realizar algumas compras e em que habitualmente aumenta o consumo deste tipo de produtos, a Quercus aproveita para apelar a uma compra criteriosa, que tenha sempre em consideração os dados de consumo energético do equipamento a adquirir, o qual terá impacto na despesa decorrente da sua utilização", diz a associação em comunicado.
No projecto Topten (que faz parte de uma rede europeia de 18 países) estão actualmente representadas 78 marcas, quase metade já tendo aderido ao Selo Topten, uma marca disponibilizada pela Quercus e que pode ser colada nos equipamentos.
Lusa/SOL

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terça-feira, 22 de novembro de 2016

vantagens das lâmpadas LED, substituição das lâmpadas incandescentes, que deixam de existir no Brasil até 2016

Lâmpadas de LED economizam mais energia

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Portaria prevê substituição das lâmpadas incandescentes, que deixam de existir no Brasil até 2016



Foto: Bruno Jackson

Warlington exige lâmpada de LED fluorescente tubular. No alto, acesa, uma lâmpada de LED bulbo
Até junho de 2016, algumas lâmpadas incandescentes  estarão fora de circulação no Brasil de acordo com a portaria interministerial n° 1007/2010, que estabelece níveis mínimos de eficiência energética para lâmpadas incandescentes. Esses níveis mínimos não serão atendidos porque a tecnologia não dispõe dessa eficiência  e assim lâmpadas incandescentes deixarão de circular no Brasil até 2016. A substituição dessas lâmpadas no país está sendo feita de forma gradativa e novas tecnologias estão chegando ao mercado.

Com o objetivo de contribuir para essa substituição e estimular o uso de tecnologia econômica e sustentável, o Grupo Neoenergia, por meio das distribuidoras Coelba, Celpe e Cosern, lançaram o projeto de troca de lâmpadas incandescentes e fluorescentes compactas por lâmpadas LED, em parceria com a Philips, o Home Center Ferreira Costa e o Armazém Pará. O projeto integra o Programa de Eficiência Energética da Coelba, Celpe e Cosern regulados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

No Vale do Aço, o volume de vendas de lâmpadas LED (sigla em inglês que significa diodo emissor de luz) cresceu 50% no primeiro semestre de 2014, em comparação com o mesmo período do ano passado. Quem garante é Warlington Rodrigues, gerente de uma loja especializada em material elétrico e iluminação, com filiais em Ipatinga e Timóteo.

“As pessoas mais esclarecidas e que se preocupam com o meio ambiente estão procurando adquirir as lâmpadas de LED. Ainda há resistência de algumas pessoas, que acreditam que o investimento nessas lâmpadas é maior. O mesmo fenômeno ocorreu quando surgiram as fluorescentes compactas, que vieram para substituir as incandescentes comuns”, observa Warlington.

As lâmpadas de LED são bem mais econômicas. Daí a necessidade de se desmistificar a ideia de que o investimento nesses modelos é alto. “As lâmpadas LED duram em média de 20 mil a 50 mil horas, dependendo do modelo e de como elas são usadas”, informa o especialista.

Modelos e preços 


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Atualmente, o preço de uma lâmpada LED varia bastante conforme o modelo. A dicroica, uma das mais simples, custa em média R$ 15. O preço da fluorescente tubular gira em torno de R$ 50. A bulbo custa cerca de R$ 60.

Conforme Warlington Rodrigues, a tendência é que os preços despenquem. “Há três meses, a lâmpada modelo bulbo era vendida por R$ 118. Hoje esse valor é bem menor. Portanto, a tendência é que os preços das lâmpadas LED caiam gradativamente”, projeta.

Como usar corretamente?
Para que as lâmpadas de LED sejam ainda mais econômicas, é preciso tomar alguns cuidados básicos, conforme alerta Warlington Rodrigues. “A lâmpada LED precisa de ventilação para dissipar calor. Então, não é interessante, do ponto de vista econômico, colocar as lâmpadas dentro de determinadas luminárias, como a de embutir ao solo, por exemplo”, diz.

Também não é viável colocar as lâmpadas de LED dentro de luminárias próprias para o chão. Neste caso, a umidade reduz a vida útil dessas lâmpadas.


Principais vantagens das lâmpadas LED:

> São ecologicamente corretas, pois não possuem gases tóxicos e metais pesados na sua composição, diferentemente das lâmpadas fluorescentes, que possuem mercúrio;
>    Não emitem raios ultravioleta;
>    São lâmpadas bivolts, que aceitam uma variação de corrente elétrica, preservando assim a sua vida útil;
>    Funcionam com 90 volts a 240 volts, tendo maior resistência às oscilações que ocorrem na corrente elétrica;
>    Têm menor consumo em watts e maior fluxo luminoso, com isso gasta-se menos energia e, automaticamente, paga-se mais barato na conta de energia.


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Desde 1º de julho, a produção, importação e comercialização de lâmpadas incandescentes de 60w está restringida
Lâmpada de 60 watts
é coisa do passado


Nesse processo de substituição de lâmpadas ecologicamente incorretas pelas de LED, as de 60 watts já fazem parte do passado. Desde 1º de julho, passou a vigorar no país a legislação que restringe a produção, importação e comercialização de lâmpadas incandescentes. Desde 2013, não se pode mais fabricar ou importar as lâmpadas incandescentes de 150 e 100 watts e, agora, essa proibição passa a valer também para a lâmpada mais tradicional no uso doméstico, a de 60 W. A regulamentação consta na Portaria Interministerial n° 1007/2010, do Ministério de Minas e Energia.

Com base nessa portaria, as lâmpadas incandescentes com potência de 60 watts ainda terão uma sobrevida de um ano, prazo máximo que os varejistas poderão comercializar seus estoques. A expectativa do comércio é que os estoques terminem antes desse prazo.

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