domingo, 9 de abril de 2017

Lâmpada LED tubular vale a pena usar ?

Lâmpada LED tubular, vale a pena usar



De acordo com um levantamento que fiz aqui no escritório, pelo menos 100 fornecedores, entre fabricantes, comercializadoras e importadores, anunciaram  seus produtos nessas mídias. Certamente devem existir pelo menos outros 100 fornecedores, mas que não anunciaram seus produtos nessas revistas.

O que percebemos é que o surgimento das lâmpadas LED está democratizando o mercado de iluminação em todo o mundo, antes limitado a 3 ou 4 grandes players.

Hoje diversas empresas querem embarcar nessa onda e vender lâmpadas LED. Quem ainda não ouviu essa frase: "a nossa fábrica na China é a maior do mundo" ou "a mesma fábrica da China que fabrica minhas lâmpadas fabrica para os grandes mundiais", ou ainda "nossos produtos são os mais eficientes" e por aí vai.

O certo é que, com a falta da Certificação, cada um tem o direito de dizer o que bem entender do seu produto, sem a necessidade de comprovar o que diz.

Ninguém duvida que as lâmpadas LED vieram para ficar, mas uma “forçação de barra" tem me chamado a atenção.

Desta vez é com as lâmpadas tubulares de LED.

É muito fácil comprovar, através de estudos de viabilidade econômica, que o uso desse tipo de lâmpada, em substituição às lâmpadas fluorescentes convencionais, mesmo levando em conta um razoável custo de manutenção.

por Joao Gabriel

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sábado, 8 de abril de 2017

LED podem gerar economia de 90% ao ano

Lâmpadas de LED podem gerar economia de 90% ao ano


Elas têm um custo bem mais alto, mas consomem menos energia que as convenciona



 processo bem mais vantajoso porque a tecnologia LED tem uma vida útil bem superior, que chega a 14 anos, no mínimo, dependendo do modelo”, destaca o gerente do departamento de Tecnologia e Política Industrial da Abinee, Fabián Yaksic. Com a proibição da produção e venda das lâmpadas incandescentes no Brasil até 2016, a tendência, segundo Yaksic, é que o produto de LED seja barateado no país nos próximos anos.


Boa saída. Na Loja Elétrica, , as vendas de lâmpadas desse tipo multiplicaram em dez vezes somente neste ano, segundo informa Marlene Alves de Macedo, responsável pelas vendas desses produtos no estabelecimento.

“A demanda pela lâmpada de LED disparou este ano em residências, prédios e empresas. Vale a pena o investimento, já que, com a economia na conta de luz, o retorno é percebido em um ano”.

Ainda receoso em relação aos benefícios do LED, o gerente de recursos humanos Carlos Roberto Sobrinho procurou a loja para substituir metade das lâmpadas que possui em casa. A decisão de trocar os modelos foi por causa dos reajustes da energia nos últimos dois meses. “É um absurdo o que estamos pagando pela luz. Por isso, vou testar essa tecnologia. Mas por ser ainda muito cara, poucas pessoas têm acesso e não sabem os reais benefícios. Vou passar a medir e depois trocar a outra metade das lâmpadas pelas de LED”, conta o consumidor.

Outra vantagem destacada pelos especialistas é em razão da sustentabilidade da lâmpada, já que o LED não contém metal pesado na sua constituição. O tipo fluorescente, por exemplo, que consome menos energia e é mais barato, entre R$ 8 e R$ 20, possui mercúrio na sua fórmula, que demanda cuidado no descarte para evitar contaminação do solo ou da água. Já a tecnologia LED pode ser descartada em lixo comum, porque não polui o meio ambiente. “Por isso, espera-se que em dez anos não se tenha mais outros modelos aqui no país”, pontua Marlene Alves.




Modelos incandescentes serão banidos do país até 2016

As lâmpadas incandescentes – tipos mais comuns utilizados pela população – serão banidas no país até o ano que vem. Os modelos são os mais utilizados por seu preço, que varia entre R$ 2 a R$ 4 no mercado, e produz uma iluminação mais próxima da luz natural.

No Brasil, esse tipo de lâmpada já deixou de ser produzido, sendo que a comercialização da lâmpada de 60 watts ou mais termina no próximo dia 30 de junho, conforme explica a especialista Marlene Alves de Macedo. Em junho de 2016, a venda de outras voltagens da lâmpada incandescente também será proibida.

Este tipo de produto consome bem mais energia porque a maior parte é usada para aquecer a lâmpada, e não para iluminar. Cerca de 80% da energia é dissipada na forma de calor. A vida útil é menor – de apenas 1.000 horas – em relação aos modelos fluorescentes e de LED.
Consumidor paga

O que pesou nas contas de luz neste ano

Janeiro: implantação da bandeira tarifária. A bandeira vermelha (que vigora desde o início do ano) acrescenta à conta R$ 5,50 a cada 100 kW/h consumidos

Março: reajuste extraordinário da Aneel. Ele foi de 28,8%, em média

Abril: reajuste anual de 5,93% da Cemig
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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Mitos e verdades sobre o LED

Fonte de luz muito distante daquela inventada por Thomas Edison, há quase 132 anos, os sistemas LED vêm conquistando o consumidor e ocupando um papel de destaque no mercado brasileiro de lâmpadas. Valorizada pelo consumo de energia equilibrado, esta nova tecnologia que converte energia elétrica em luz dentro de um material de cristal sólido ainda gera muita dúvida quanto à aplicabilidade. Para esclarecer algumas dúvidas sobre o LED, o especialista em Iluminação e Design de Interiores e responsável pelo Centro de Treinamento da Lâmpadas Golden, Leandro de Barros, analisa alguns mitos e verdades que cercam o tema.

* Lâmpada LED não esquenta. MITO. O sistema LED gera temperatura térmica durante a conversão da eletricidade em luz, porém não joga o calor para o ambiente graças ao auxílio de dissipadores que têm a capacidade de removê-los. Este é um dos aspectos que contribuem para aumentar sua vida útil. Por isso não é possível colocar o LED em luminária desenvolvida para lâmpada tradicional que ele queima.

* Os LEDs duram para sempre. MITO. Lâmpadas LED possuem uma vida longa, mas depreciam com o tempo, como qualquer outra fonte de luz artificial. Essa depreciação luminosa é prevista através de testes durante um longo período de tempo, a fim de se determinar quando uma específica porcentagem de luz é perdida. Alguns fatores contribuem para a degradação do fluxo luminoso, como variação de temperatura, variação de correntes na fonte e a eficácia de sistemas de refrigeração. Quando o sistema de LED não falha, a depreciação do fluxo luminoso é um fator importante para estabelecer o tempo de vida do produto.

* Os LEDs não queimam. VERDADE. O produto não queima, mas perde a intensidade luminosa com o tempo. Os LEDs de boa especificação têm de 20 mil a 50 mil horas de vida útil, com uma perda de fluxo luminoso de 30%. O diodo dura, mas os componentes duram menos. O calor provoca degradação do fósforo nos LEDs brancos causando uma depreciação do brilho e variação na temperatura de cor.
* Sistemas com LED são muito caros. VERDADE. Porém, o retorno do investimento em economia de energia e em manutenção é rápido, há situações em que o retorno deste investimento pode acontecer em menos de um ano. Além disso, deve ser levado em consideração que o valor do sistema já está mais barato que um ano atrás, e a tendência é esse valor reduzir mais.

* Não existe lâmpada LED em tubo. MITO. Hoje já existem modelos com formatos similares às lâmpadas tubulares com a tecnologia LED.

* A linha PAR LED substitui algum modelo de lâmpada fluorescente compacta. MITO. A linha PAR LED existe para substituir a PAR halógena (retrofit).

* Todo sistema LED precisa de fonte de alimentação. VERDADE. Todo sistema LED precisa de driver, com ressalva aos sistemas plug-in, que já vêm com o driver embutido. A função do driver é auxiliar no acendimento e acionamento do LED, ou seja, é uma espécie de fonte de alimentação, só que com tensões baixas, de 12 e 24V. Mas cuidado, cada sistema LED possui um driver compatível, ou seja, com tensão e corrente apropriados ao sistema.

* O LED pode ser instalado em um soquete comum. VERDADE. Vários modelos já podem ser instalados no padrão brasileiro de base de rosca E27.

* O LED pode ser dimerizado. VERDADE. Mas nem todos os modelos disponíveis no mercado permitem a regulagem da intensidade de luz.

* O LED pode ser aplicado em qualquer lugar. MITO. Em nossos dias, nem sempre o LED é a melhor solução. Há questões técnicas a serem consideradas: Seu Índice de Reprodução de Cor (IRC) não é elevado, está entre 70 e 80. Por isso, o LED não é aplicável a tudo. Não é ideal, por exemplo, em espaços de destaques em loja de roupas porque não tem boa fidelização de cor. Já para iluminação decorativa ele é imbatível, pois possui cores saturadas, diversidade de ângulo de abertura e alguns modelos permitem o controle das cores. 





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